Arquivo do mês: julho 2010

Tempero é com o ratinho Remy

Quando eu assisti a este filme e ouvi a explicação do Remy sobre mistura de temperos e de sabores pensei: “Aha! Então é assim mesmo que se faz!”

Porque eu sempre me meti na cozinha misturando uma porção de ingredientes nos pratos que cozinho. Às vezes não funciona (como vinho para temperar habúrguer Sadia). Mas na maioria das vezes, você começa a sacar que gosto vai com o quê. E vc acaba criando suas próprias experiências deliciosas.

Tempero comigo é o seguinte: eu usava um tempero chamado “Tempero da Vovó”. Super antigo, mas uma delícia. Infelizmente, não acho mais.

Eu quase me aposentei. Mas daí, descobri o tempero da Companhia das Ervas. Não é como o “da vovó”, mas eu me acostumei bem com ele, e fica muito bom em qualquer comida.

O único detalhe é que não uso sal com ele.

Fora isso, eu gosto de bastante cebola, uso alho, caldo de carne, de costela, de galinha, junto louro, cominho, manjericão, canela, pimentas, mel, açafrão…Ou seja, eu uso todos aqueles saquinhos de tempero que encontramos no mercado.

Cada dia, faço uma mistura. Com o tempo, tô ficando expert em saber o que fica bem com o quê.

Faça você também. Crie uma mistura de temperos e depois me conta.

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O risoto delícia que o maridão anunciou no twitter

Fazer risoto tem aquela aura de comida chic de restaurante que só os cheffs conseguem fazer.

Minha mãe chamava de risoto aquele arroz primavera, com legumes, super sequinho. O dia que eu pedi um risoto no restaurante e veio aquela coisa pastosa…Ai! Pensei que estava tudo errado. No final, eu que era suburbana mesmo.

Bom, risoto não tem segredo e é rápido. 25/30 min no máximo. O único problema é que vc tem que ficar com ele o tempo todo, do ladinho, mexendo como as avós mexiam o tacho de doce.

Risoto rosadinho por causa do vinho tinto. Sou péssima fotógrafa...

Este risoto foi sugestão do maridão que havia experimentado no Sweet Pimenta: com banana terra e queijo minas.

Primeira coisa: se você não tem aquele arroz de risoto em casa, pode ser o arroz comum mesmo, tipo Agulhinha. Use sem lavar e no final da preparação acrescente duas colheres de sopa bem cheias de creme de leite. Poucos notarão a diferença.

Na panela, manteiga ou margarina (não coloco a quantidade porque depende do tanto de comida que você vai fazer). Mas pense em algo generoso para o risoto (digamos duas colheradas de sopa para uma xícara de arroz). Refogue ali o tempero. Eu, como sempre, uso o tempero pronto da Cia das Índias e acrescento cebola ralada.

Jogue o arroz e apartir desse ponto, você não vai mais se afastar da panela. No arroz refogado despeje meia xícara de vinho branco. Não tem branco? Usa tinto mesmo, desde que não seja doce. Heresia? Bobagem! Heresia é ficar sem fazer o prato porque na sua casa só sobra aquele fundinho de vinho tinto.

Depois que o álcool do vinho evaporar, junte duas ou três (depende do gosto) de banana terra em rodelas. Cubra com água e vá mexendo essa mistura. Conforme a água der uma secada, junte cubos de queijo minas (ele deve derreter com a fervura).

Mexa sempre. Se a água secar e o arroz estiver duro, ponha mais um pouquinho e de pouco em pouco, seu risoto deve ficar pronto em 20 min.

Sirva direto com queijo ralado em cima. Se demorar, o risoto gruda e fica uma pastchola.

O maridão disse que no Sweet Pimenta, eles colocam o queijo minas bem no final e não deixam os cubos derreterem. Mas ele gostou mais do jeito que eu fiz.

Esse ficou muito bom mesmo. Bebemos com vinho (cujo resto ficou para temperar uma carne).

Risoto sempre vale à pena. A partir da receita original, troque os ingrediente e vá testando. Difícil dar errado. Já fiz de salmão com manga, de gorgonzola com figo, de shitaque com gorgonzola, quatro queijos e por aí vai.

O bife no forno que funcionou

Então, gente. Faz tempo. Mas já viu. Estamos planejando nossa casa nova (com uma cozinha decente!!!) e demorou. Mas voltei com o compromisso de atualizar o blog no mínimo 3 vezes por semana.

Agora eu conto que refiz o bife no forno (detesto fritura e grelhar em csa com roupa no varal simplesmente não dá). Usei a mesma carne. O segredo? Tchân!Tchân! O livro do Jaime Olive.

Ele tem um capítulo que fala “carne assada maravilhosa”. Eu fiz como ele disse. Deu certo. Aí vai o segredo: ligue o forno suuuuuupppeerr quente, tipo 250 graus. Coloque os bifes e imediatamente baixe para 200 graus. FUNCIONA! Assei por 20 min.

Na assadeira eu coloquei um filete de azeite e sobre os bifes e cebola ralada. Bastante cebola ralada. O sal você coloca depois de assado, porque o sal tira a água da carne e a deixa seca.

Ficou muuito bom. Aprovadíssimo pelo maridão.

Este é o bife. Sobre ele é cebola ralada mesmo. E do lado a "farofa de banana". Foto ruim, mas prato delícia

Para acompanhar, fiz uma farofa de banana parecida com a que minha sogra fazia: margarina na panela para refogar os temperos a gosto (cebola, alho, sal, salsinha…). Jogo uma banana nanica ou terra em pedaços e deixo amolecer um pouco.

Acrescendo farinha de milho o suficiente para ficar pastosa. E um tiquinho de leite gelado.

Total: 30 min.

À la furia

Imaginem só. 21 horas e eu ainda estava com o maridão no carro, tentando chegar em casa depois de três aulas de catequese. O bb em casa com a minha mãe, passando da hora do banho e de dormir. O maridão pergunta se temos algo para comer (…). Resposta rápida para não vacilar: tortilla em homenagem à Fúria (a Espanha havia ganhado a semi-final da Copa).

Bom, depois de dar banho, o maridão deu mamadeira e colocou o bb prá dormir. Estômago nas costas, eu queria fazer tudo em 15 min. Fiz em 20.

Azeite, cebola picada (meia) e sal numa frigideira grande. Refoguei. Coloquei rodelas finas de batata (uma grande e uma pequena). Juntei um tomate bem vermelhinho picado. Refoguei com a panela tampada.

Depois acrescentei duas fatias de presunto.

Um chefe diria “olha o brilho, a mistura de cores”.

O toque final ficou com 4 ovos batidos. E o segredo foi tampar a panela – ela garantiu a maciez, o sabor e o apartamento não ficou cheirando!

Ficou boa, nutritiva e saudável. O maridão repetiu. E eu servi com o brócolis do post de baixo.

E o bb? Dormiu feito um anjo depois da mamadeira


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Restô dontê caprichado

Hoje fiz aquela comida básica de dia-a-dia. Mas funcionou. Principalmente porque passei o dia fora com o bb.

Restô dontê porque minha mãe cozinhou um mix de carnes que estavam na geladeira: pedacinhos de bife, de frango e de lombo.

Eu fiz brócolis refogado no alho e com molho de tomate. Misturei as carnes e abobrinha.

Depois de cozido, virou um guizado. Para comer às 22 horas, depois de um dia cheio, foi aconchegante.

Mas o prato em si ficou com nota 7,5.


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