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Finalmente usei a sopa de cebola

Ao contrário do que o título parece, não usei aquela sopa de cebola guardada no fundo do armário há 100 anos. É que eu sempre uso tempero caseiro e isto definitivamente excluia sopa de cebola.
Mas resolvi tentar – e justamente no dia em que estava tão atrasada que nem deu para escrever este post enquanto cozinhava.

Bom, comecei 19h30. A papinha da Cururuca já estava pronta, e a bancada estava assim:

Correndo, as crianças assitindo TV. Misturei a sopa de cebola (o pacote todo), com 4 colheres de sopa de maionese. Passei nos pedaços de frango, incluindo por baixo da pele. O forno já estava quente, bem quente: 240o.

Frango na assadeira, cortei batatas em pedaços com casca, coloquei ao lado do frango. Polvilhei sal e azeite na batata. Parafazer uma graça, coloquei também pedaços de damasco – este, sim, que estavam no armário desde a Páscoa (não estragam, viu?). Olho nas crianças.

 

Frango no forno (parte blilhante do papel alumínio para dentro), reduzir a temperatura para 180/190o. 30 minutos. Nisso, já estou quase na minha marca do pênalti. Penso no brócoli. Onde eu comprei, ele já veio limpo, com poucos talos. As folhas saíram rapidinho (viram caldo para sopa). Refoguei a verdura com tempero pronto e um pouco de molho de tomate. Foi rápido. Deixo cozinhando um pouco ao memso tempo do frango.

Rolou. O maridão chegou na hora, jantamos 20h15. Ficou bem gostoso – tempero de sopa de cebola aprovado. E deixou o frango be tenro.

Hoje à noite tem mais.

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O risoto delícia que o maridão anunciou no twitter

Fazer risoto tem aquela aura de comida chic de restaurante que só os cheffs conseguem fazer.

Minha mãe chamava de risoto aquele arroz primavera, com legumes, super sequinho. O dia que eu pedi um risoto no restaurante e veio aquela coisa pastosa…Ai! Pensei que estava tudo errado. No final, eu que era suburbana mesmo.

Bom, risoto não tem segredo e é rápido. 25/30 min no máximo. O único problema é que vc tem que ficar com ele o tempo todo, do ladinho, mexendo como as avós mexiam o tacho de doce.

Risoto rosadinho por causa do vinho tinto. Sou péssima fotógrafa...

Este risoto foi sugestão do maridão que havia experimentado no Sweet Pimenta: com banana terra e queijo minas.

Primeira coisa: se você não tem aquele arroz de risoto em casa, pode ser o arroz comum mesmo, tipo Agulhinha. Use sem lavar e no final da preparação acrescente duas colheres de sopa bem cheias de creme de leite. Poucos notarão a diferença.

Na panela, manteiga ou margarina (não coloco a quantidade porque depende do tanto de comida que você vai fazer). Mas pense em algo generoso para o risoto (digamos duas colheradas de sopa para uma xícara de arroz). Refogue ali o tempero. Eu, como sempre, uso o tempero pronto da Cia das Índias e acrescento cebola ralada.

Jogue o arroz e apartir desse ponto, você não vai mais se afastar da panela. No arroz refogado despeje meia xícara de vinho branco. Não tem branco? Usa tinto mesmo, desde que não seja doce. Heresia? Bobagem! Heresia é ficar sem fazer o prato porque na sua casa só sobra aquele fundinho de vinho tinto.

Depois que o álcool do vinho evaporar, junte duas ou três (depende do gosto) de banana terra em rodelas. Cubra com água e vá mexendo essa mistura. Conforme a água der uma secada, junte cubos de queijo minas (ele deve derreter com a fervura).

Mexa sempre. Se a água secar e o arroz estiver duro, ponha mais um pouquinho e de pouco em pouco, seu risoto deve ficar pronto em 20 min.

Sirva direto com queijo ralado em cima. Se demorar, o risoto gruda e fica uma pastchola.

O maridão disse que no Sweet Pimenta, eles colocam o queijo minas bem no final e não deixam os cubos derreterem. Mas ele gostou mais do jeito que eu fiz.

Esse ficou muito bom mesmo. Bebemos com vinho (cujo resto ficou para temperar uma carne).

Risoto sempre vale à pena. A partir da receita original, troque os ingrediente e vá testando. Difícil dar errado. Já fiz de salmão com manga, de gorgonzola com figo, de shitaque com gorgonzola, quatro queijos e por aí vai.