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Bom e velho strogonoff com segredo

Hoje estou fazendo strogonoff, um dos preferidos do maridão. Tanto que minha sogra fazia para ele e ela mesma detestava.

Strogonoff é simples, tem um montão de sites com a receita básica. O que eu mudo:

Faço com filé mignon para não precisar cozinhar e ir mais rápido

Tempero a carne direto com mostarda e catchup (e o tempero caseiro)

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Uso mel para rebater o molho de tomate

Uso metade do creme de leite e completo com leite

Sirvo com batata assada no azeite

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Ficou suave e bem gostoso. Tempo: 40 min.

Finalmente usei a sopa de cebola

Ao contrário do que o título parece, não usei aquela sopa de cebola guardada no fundo do armário há 100 anos. É que eu sempre uso tempero caseiro e isto definitivamente excluia sopa de cebola.
Mas resolvi tentar – e justamente no dia em que estava tão atrasada que nem deu para escrever este post enquanto cozinhava.

Bom, comecei 19h30. A papinha da Cururuca já estava pronta, e a bancada estava assim:

Correndo, as crianças assitindo TV. Misturei a sopa de cebola (o pacote todo), com 4 colheres de sopa de maionese. Passei nos pedaços de frango, incluindo por baixo da pele. O forno já estava quente, bem quente: 240o.

Frango na assadeira, cortei batatas em pedaços com casca, coloquei ao lado do frango. Polvilhei sal e azeite na batata. Parafazer uma graça, coloquei também pedaços de damasco – este, sim, que estavam no armário desde a Páscoa (não estragam, viu?). Olho nas crianças.

 

Frango no forno (parte blilhante do papel alumínio para dentro), reduzir a temperatura para 180/190o. 30 minutos. Nisso, já estou quase na minha marca do pênalti. Penso no brócoli. Onde eu comprei, ele já veio limpo, com poucos talos. As folhas saíram rapidinho (viram caldo para sopa). Refoguei a verdura com tempero pronto e um pouco de molho de tomate. Foi rápido. Deixo cozinhando um pouco ao memso tempo do frango.

Rolou. O maridão chegou na hora, jantamos 20h15. Ficou bem gostoso – tempero de sopa de cebola aprovado. E deixou o frango be tenro.

Hoje à noite tem mais.

Os enjôos se foram e eu estou voltando

Olá pessoas.

Sei que fiquei muito temp parada. Sem desculpas. Só três meses de enjôos que me afastaram totalmente da cozinha.

Pois é. O maridão está comendo fora todos estes dias (isso quando não come lanche por aqui mesmo).

Mas, estou de volta e os posts recomeçam!!!

Papinha prá não botar defeito

Como o tempo passa! Frase feita, mas real. Quando comecei esse blog, meu bebê só mamava no peito. Ele passou para mamadeira, entrou nas papinhas e agora começou a comer comida normal, conosco na mesa.

Deixo de fazer as papinhas. Ou melhor, passo a fazê-las quando der vontade – no bebê, em mim ou no maridão.

Mas aqui vão algumas formas de fazer papinhas deliciosas em 40 minutos:

1. Se você é como eu e não conhece batata doce, NÃO use. A papinha fica puxa-puxa, meio grudenta no céu a boca do bebê.

2. Faço as misturas numa panela normal, deixo cozinhar em fogo médio e vou acrescentando água até os legumes ficarem cozidos. Não uso panela de pressão, pois fica com muito caldo e sem sabor

3. Quase não uso sal.

Receita básica é assim: 1/2 cebola picada; 1/2 tomate picado (se der para tirar a casca, melhor); 100 grs de carne moída ou de frango picado (eu adotei carne orgânica para o bebê); um punhado de arroz ou de macarrão (o arroz cozinha junto com tudo. O macarrão você coloca quando faltar 10 min para desligar o fogo); três tipos de legumes e um tipo de verdura

Eu faço o seguinte:

a. Cebola na panela. Azeite por cima e uma pitada de sal. Refogo a cebola até ficar transparente em fogo alto. Jogo o tomate e deixo ele derreter ainda no fogo alto.

b. Coloco a carne ou o frango e refogo bem. Mudo para um fogo médio

c. Jogo o arroz e refogo mais um pouco. Todo esse processo dura mais ou menos 7 minutos

Antes de ligar o fogo, tem que descascar e picar os legumes e picar o vegetal. Quanto? Olha, depende de quanta comida você quer fazer. Eu penso assim:

1. Três batatas pequenas + uma cenoura grande + 1/2 beterraba / Quatro mandioquinhas + uma beterraba + meia abobrinha

Voltando à receita:

d. Coloco os legumes e os vegetais. Misturo e tampo por um minutinho

e. Em seguida, jogo a água e deixo ferver – Mais 20 minutos

f. Legumes cozidos, tiro a papinha e passo no liquidificador. Prontinho!

Constatações: a beterraba e o espinafre sempre predominam sobre todo o resto. Use em menor quantidade. O alface não tem gosto cozido, então é melhor lavar bem e bater cru com a papinha. Batata doce deixa a papinha puxa-puxa. Ervilha torta deixa uns fiapinhos que podem engasgar. Abóbrinha paulista pode ir com casca. Abóbora tipo moranga fica super gostosa. Fica legal colocar 1/2 maçã às vezes. Inhame, cará também dão um sabor especial. Criatividade manda. Varie as misturas de legumes e de verduras.

O bife no forno que funcionou

Então, gente. Faz tempo. Mas já viu. Estamos planejando nossa casa nova (com uma cozinha decente!!!) e demorou. Mas voltei com o compromisso de atualizar o blog no mínimo 3 vezes por semana.

Agora eu conto que refiz o bife no forno (detesto fritura e grelhar em csa com roupa no varal simplesmente não dá). Usei a mesma carne. O segredo? Tchân!Tchân! O livro do Jaime Olive.

Ele tem um capítulo que fala “carne assada maravilhosa”. Eu fiz como ele disse. Deu certo. Aí vai o segredo: ligue o forno suuuuuupppeerr quente, tipo 250 graus. Coloque os bifes e imediatamente baixe para 200 graus. FUNCIONA! Assei por 20 min.

Na assadeira eu coloquei um filete de azeite e sobre os bifes e cebola ralada. Bastante cebola ralada. O sal você coloca depois de assado, porque o sal tira a água da carne e a deixa seca.

Ficou muuito bom. Aprovadíssimo pelo maridão.

Este é o bife. Sobre ele é cebola ralada mesmo. E do lado a "farofa de banana". Foto ruim, mas prato delícia

Para acompanhar, fiz uma farofa de banana parecida com a que minha sogra fazia: margarina na panela para refogar os temperos a gosto (cebola, alho, sal, salsinha…). Jogo uma banana nanica ou terra em pedaços e deixo amolecer um pouco.

Acrescendo farinha de milho o suficiente para ficar pastosa. E um tiquinho de leite gelado.

Total: 30 min.

Cuscuz Libertador – e o “Curintia” perdeu

Bom, ontem foi dia de jogo decisivo na TV. Pensa. Além da rotina normal de janta-banho-colocar o bb para dormir, tinha Corinthians e Flamengo – decisão de Libertadores depois da novela.

O maridão chegaria em casa em cima da pinta. Minha mãe ficou com o pequeno à tarde e eu tentando arrumar o blog. Bom, eu queria uma comida “aconchegante” para o jogo, rápida e não muito pesada.

No armário encontrei  a base do cuscuz marroquino. Um pacotinho com as bolinhas que absorvem água e viram a “farinha” do cuscuz. Eu tinha linguiça na geladeira. E tomate e alface. Seria isso.

Peguei a receita da caixinha do cuscuz, mas mudei: temperei com azeite, sal, canela e vinagre porque não tinha limão em casa. Deixei de lado.  Fervi a linguiça sem o invólucro.  Faltava o gostinho “nham”. Legal seria com damasco, mas eu não tinha. Usei uma banana. Serviu perfeitamente. cozinhei com a linguiça.

Ah! Antes de ferver, eu refoguei rapidinho a linguiça e a banana com cebola (de vidro) e tempero caseiro (aquele que eu uso da Cia das Ervas).

Misturei a linguiça + banana (ainda com a água da fervura) no cuscuz. Acrescentei pedacinhos de tomate e de alface rasgada. Foi isso. 30 min, entre o banho do bebê e o início do jogo.

A banana deu o gosto "nham" aconchegante

Chamei de Cuscuz Libertador. Pois é. Não funcionou. O “Curintia” ganhou, mas não foi classificado. Paciência. O prato ficou bom, recebeu elogio até do maridão triste com a derrota.

Strogonoff ardidinho no dia da vacina

Primeiro de abril não deveria ser o melhor dia para começar um blog. Mas paciência. Sem mentiras, esse será o primeiro post-receita.

Eu nunca cozinhei strogonoff sozinha. O pessoal sempre faz quando vamos à fazenda no final do ano. Mas eu sempre fico com a parte do arroz.

Ontem foi dia de vacinar o bebê. De manhã a hexavalente + pneumocócica. À tarde, a H1N1. Tadinho, o neném ficou com febre. E o maridão chegou em casa cedo (o que é sempre ótimo). Mercado? Hum. Não deu.

A idéia era preparar algo gostosinho, rapidão com o que tinha em casa. Tinha frango. Peito daqueles temperados que tem no mercado. Eu sempre mudo o tempero dessas carnes, acrescento alguma coisa. Tinha um vidrão de champignon dos grandinhos. humhum. Strogonoff.

Tentei lembrar o que as meninas fazem na fazenda. Bom, coloquei azeite na panela de pressão (espirra menos no fogão), cortei os frangos em pedaços, misturei com catchup (Heins) e mostarda (heins também). Duas “tuchadas” (isso mesmo. Aperta 1 vez o tubo com força – isso é uma tuchada) do primeiro e 1 tuchada do segundo. Tinha uns 200 gramas de frango. Foi para refogar no azeite. Daí eu resolvi colocar pimenta de cheiro.

Ficou assim

Achei que pimenta de cheiro era mais fraca, tipo só para dar o cheirinho do ardido, sabe. Burra, né? Mas eu tirei a sementinha de dentro. Usei uma verdinha comprida e uma vermelha redondinha. Joguei no refogado.

Depois uma caixinha de creme de leite e meia caixinha de leite. Misturei e servi com um arroz que, confesso, ficou saboroso, mas não branquinho. Ficou um arroz caramelo.

Cara, o gosto desde strogonoff ficou ardidinho. SEm exageros, mas deu um toque diferente no strogonoff de sempre.

O maridão engasgou na primeira, mas depois curtiu o ardido. Receita aprovada, tempo 45 minutos, desde o momento que abri a geladeira, até colocar no prato.

Uma panela só para lavar.