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Hoje comecei tarde

São 19:22 e só consegui começar o jantar agora. Tarde. As crianças jantam normalmente 19:30. Como o lanche saiu mais tarde também e o marido vai atrasar, tenho 35 min.

Carne moida refogando com tomate para papinha. Peixe terminando de descongelar, refogando arroz branco.

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Cenoura, abobrinha e mandioquinha bem picadinhos para cozinhar mais rápido vão para a panela da carne moida. Coloco também um poco de rúcula e cheiro verde. Água no arroz e na papinha. 19:33

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Limpando o balcão, começo o peixe. Pescada em filé, temperada com sal e laranja pera. Na assadeira. Sobre o peixe, rodelas de cebola, pimentão vermelho e amarelo. Azeite por cima e forno. 19:40. Agora é esperar. 20 min. Checar as crianças. Limpar a pia. Ah! Papel aluminio no peixe.

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20:15. Jantando com as crianças. Depois atualizo com o sabor do prato

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Costelinha de porco assada muito express

Esta receita eu fiz na sexta-feira passada. Mas o BlogPress do celular não funcionou e estou postando agora….

Hoje será dia de costelinha de porco assada com laranja, mel e zatar (um pozinho tempero árabe).

Também tem batata assada junto, só com azeite e sal

E brócolis com molho vermelho.

São 18:30. Estamos assim:

(aqui tinha uma foto da cozinha com tudo ainda espalhado na pia. Mas o ” sistema” deletou por engano)

Pretendo jantar no máximo 20 horas. Só que meus filhos estão esperando para batucar. Então, o assado será com a dica do Jaime Oliver: forno quentíssimo e quando colocar a costela, reduzir imediatamente para 180o.

Bom, coloquei na assadeira as batatas cruas e com casca cortadas em rodelas, joguei azeite por cima.

Numa outra vasilha, coloquei os pedaços de costela (eu fiz 7 pedaços para 2 adultos e 1 bebê). Joguei suco de laranja por cima – tem um espremedor de laranja manual que eu acho muito mais rápido e fácil de limpar que estes modernosos:

Além do molho, coloquei sal, azeite, cebola ralada (dessas compradas prontas) e alho ralado e polvilhei com o zatar. Deixei descansando enquanto refoguei o brócolis com azeite, sal e cebola na panela. (eu ligo a panela em fogo baixo e quando a cebola começa a “chiar”, vou lavando o brócolis e colocando na panela – como disse, eu não tenho auxiliares de cozinha srrsrsr).

Coloquei quatro colheres de molho de tomate para 1/2 maço de brócolis e uma colher de açúcar (para tirar o ácido). – Este processo demorou 10 min.

Ligo o forno a 240 graus. Pausa para olhar as crianças.

Coloquei as costelas com tempero e tudo sobre a batata na assadeira. Cobri com papel aluminio.

ATENÇÃO: dica que aprendi recentemente: a parte brilhante do alumínio vai dentro da assadeira, e não por fora, como minha mãe fazia. Hummmm, tá, então.

Costela no forno. Baixo a temperatura para 180 graus. Desligo o brócolis. Checo as crianças de novo. Dou uma limpada na cozinha…e vou para a sala curtir as crianças e batucar.

20h05 – sirvo a costela.

Resultado: a mistura do tempero ficou boa, a costela ficou macia no ponto e não ficou seca (foram 40 minutos no total no forno, tirei o alumínio 10 min antes de servir).

O que poderia ser melhor: como eu não deixei a costela no tempero por muito tempo, deveria ter colocado num saquinho, em lugar de ter deixado no refratário com os temperos por cima. Porque alguns pedaços da costela ficaram mais temperados que outros.

Nota: 7,5

Aleitamento materno

Imagem: Ministério da Saúde

Então, tem refeição mais rápida e fácil de preparar que amamentação? Ops! Cuidado aqui. Para uma parte das mulheres não é nem tão fácil, nem tão rápido. Amamentar pode ser dolorido, fisicamente complicado e muitas vezes um sacrifício.

Mas eu não vou entrar neste ponto, porque este blog é de comida – e comida pronta em menos de 40 minutos. E amamentar é um destes casos.

Este post é um complemento ao que se vem discutindo sobre direito ou não das mulheres amamentarem em locais públicos – e os comentários bons e maus que sugiram a partir disso.

Amamentar é um direito da criança, um direito da mãe e é preciso ter condições para isso. Pessoas não devem ser obrigadas a amamentar em banheiros sem preparação, em buracos, em cantinhos. Simplesmente porque ninguém gosta de comer em buracos, banheiros – porque um bebê gostaria?

Claro que mães aprendem a ter organização suficiente para calcular os momentos de amamentar e reservar estes momentos para a tranquilidade da casa – ou não. Nem sempre é possível. Mas o que importa é que o direito deve ser de todas. Simples assim.

As campanhas do Ministério da Saúde mostram mães famosas ou não amamentando sem coberturas, paninhos ou algo do gênero:

http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/dicas/29aleitamento.html

Se o Ministério da Saúde não vê problemas, porque nós deveríamos ver? E, ademais, isso também não importa. Importa que todas tenham o direito de amamentar em locais públicos, da forma que achar melhor. Todo o resto vem de cultura e educação – variáveis de família para família. Simples assim.

Piadas ok. Grosserias não dá. Piadas ok. Falta de respeito não dá. Simples assim.

Papinha prá não botar defeito

Como o tempo passa! Frase feita, mas real. Quando comecei esse blog, meu bebê só mamava no peito. Ele passou para mamadeira, entrou nas papinhas e agora começou a comer comida normal, conosco na mesa.

Deixo de fazer as papinhas. Ou melhor, passo a fazê-las quando der vontade – no bebê, em mim ou no maridão.

Mas aqui vão algumas formas de fazer papinhas deliciosas em 40 minutos:

1. Se você é como eu e não conhece batata doce, NÃO use. A papinha fica puxa-puxa, meio grudenta no céu a boca do bebê.

2. Faço as misturas numa panela normal, deixo cozinhar em fogo médio e vou acrescentando água até os legumes ficarem cozidos. Não uso panela de pressão, pois fica com muito caldo e sem sabor

3. Quase não uso sal.

Receita básica é assim: 1/2 cebola picada; 1/2 tomate picado (se der para tirar a casca, melhor); 100 grs de carne moída ou de frango picado (eu adotei carne orgânica para o bebê); um punhado de arroz ou de macarrão (o arroz cozinha junto com tudo. O macarrão você coloca quando faltar 10 min para desligar o fogo); três tipos de legumes e um tipo de verdura

Eu faço o seguinte:

a. Cebola na panela. Azeite por cima e uma pitada de sal. Refogo a cebola até ficar transparente em fogo alto. Jogo o tomate e deixo ele derreter ainda no fogo alto.

b. Coloco a carne ou o frango e refogo bem. Mudo para um fogo médio

c. Jogo o arroz e refogo mais um pouco. Todo esse processo dura mais ou menos 7 minutos

Antes de ligar o fogo, tem que descascar e picar os legumes e picar o vegetal. Quanto? Olha, depende de quanta comida você quer fazer. Eu penso assim:

1. Três batatas pequenas + uma cenoura grande + 1/2 beterraba / Quatro mandioquinhas + uma beterraba + meia abobrinha

Voltando à receita:

d. Coloco os legumes e os vegetais. Misturo e tampo por um minutinho

e. Em seguida, jogo a água e deixo ferver – Mais 20 minutos

f. Legumes cozidos, tiro a papinha e passo no liquidificador. Prontinho!

Constatações: a beterraba e o espinafre sempre predominam sobre todo o resto. Use em menor quantidade. O alface não tem gosto cozido, então é melhor lavar bem e bater cru com a papinha. Batata doce deixa a papinha puxa-puxa. Ervilha torta deixa uns fiapinhos que podem engasgar. Abóbrinha paulista pode ir com casca. Abóbora tipo moranga fica super gostosa. Fica legal colocar 1/2 maçã às vezes. Inhame, cará também dão um sabor especial. Criatividade manda. Varie as misturas de legumes e de verduras.

Salmão Ballônia – de restaurante, em 15 minutos

Essa foi extra ultra rápida. Em exatamente 25 minutos, fui do tempero do salmão ao prato servido.

Segunda-feira, dia em que eu dispensei a faxineira porque ela estava muito gripada e na quinta anterior ela já havia passado a gripe para o bebê. O que significa que a limpeza da casa ficou sob a minha responsabilidade.

Mas o dia rendeu. O filhote ajudou e participou da faxina, pulando e “cantando”do berço, enquanto a mãe dele (eu) ficava dançando pela casa de esfregador e pano na mão. TRabalho finalzado, deu vontade de cozinhar alguma coisa gostosa para o maridão. Só que eu tinha “pouquissíssimo” tempo.

O livro inspirador

A carne que descongela mais rápido é o peixe. Então, peguei dois filés de salmão. A receita inspiradora é do Jaime Oliver, no seu livro A Revolução na Cozinha (custa R$ 54 em média nas livrarias online).  O prato dele se chama Salmão assado em cartuchos de papel alumínio, vagem e pesto (Ufa!). A minha adaptação ficou mais simples: Salmão Babilônia. Vocês saberão em breve o porquê.

O que eu mudei na receita? Váaaaaarias coisas:

1. Eu não tinha vagem. Então usei metade de uma lata de ervilhas e metade de um vidro de champignons que estavam abertos na geladeira

2. Não tinha limão (muito menos Sciciliano). Usei um pouquinho de vinagre branco no lugar (mas bem pouco – uma colher de sopa nos dois filés de salmão)

3. Não tinha molho pesto. Então esmaguei um punhado de manjericão no azeite e acrescentei queijo ralado

O resto (se é que sobrou algo) fiz igual: papel alumínio, as ervilhas + champignon, o salmão sobre os legumes e o pseudo-pesto sobre o peixe. Fechei e foi para o forno por exatos 15 min.

Para acompanhar, eu coloquei umas batatas para cozinhar. Quando elas estavam “al dente”, coloquei numa assadeira, joguei azeite e sal por cima e as coloquei no forno por uns 5 min.

Olha que prático para servir

Ficou bem bom. Salmão suculento, tempero bom e batatas assadinhas. O maridão aprovou bastante, levou 25 minutos tudo e ainda não tinha panela para lavar (vantagem extra do papelote de papel alumínio)

Sexta-feira sem carne

Sexta-feira Santa. Nesse dia eu sigo, sim, o preceito e não como carne.

O almoço tinha que ser rápido, pois iríamos – eu e o maridão – participar da procissão do Senhor Morto.

A solução foi ovo mexido. Criativo? Não, claro. Mas funcionou bem. Deixei os ovos fritarem um pouco no azeite antes de mexer. A gema fica mais amarelinha e o sabor ressalta.

Coloquei legumes na manteiga par complear e voilá! estava pronta a refeição deste dia sagrado.

O bebê comeu papinha normal, com frango.

A papinha do ardidinho

Não, gente. Eu não fiz a papinha do bebê com a pimenta de cheiro.

Mas enquanto refogava o strogonoff, eu descasquei uma mandioquinha pequenina, meia batata pequena, umas seis folhas de rúcula, abóbora (daquela laranja com a casca verde) e uns cinco pedaços do frango (que eu lavei para tirar o tempero).

Refoguei no azeite. Três copos de água e deixei ferver. Ah! Eu tempero com cebola ralada (de vidro, já pronta) e um pouquinho (pouquinho mesmo) de tempero pronto caseiro (Cia das Ervas).

Ficou bom, o bebê comeu tudo, mesmo desanimado por causa da vacina.