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Mistura de pratos do mar

Vamos juntar hoje dois pratos rápidos: pescada branca básica e camarão na moranga de panela.

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Este é o camarão refogado com tempero pronto caseiro e cebola no azeite. Com molho de tomate e pedaços de moranga (melhor cozinhar um pouco a moranga antes, mas eu esqueci e agora não dá mais tempo). São 19:33. Eu comecei às 19:20.

Agora tempero a pescada branca sem espinhas (dois bebês em cada) com sal, azeite e laranja pêra. A laranja substitui bem o limão que esqueci de comprar na feira.

Parênteses: fui à feira hoje com as crianças. Cheiramos, tocamos e experimentamos de tudo. Mas demorou e eu acabei não comprando tudo que compraria normalmente.

Camarão e abóboa cozinhando. Daqui a pouco eu volto.

Voltei. 20:02. Maridão chegou, coloquei requeijão catupiry no camarão. Passei a pescada na frigideira sem óleo. Uma parte do peixe sem o molho vai para a papinha de legumes da Cururuca. O resto…vamos jantar!

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Geladeira pós-feira

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Geladeira pré-feira

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Agora é lei: estou de volta

Bom, a Sofia nasceu e já tem 3 meses. Hora de voltar para a cozinha. E sempre muito rápido porque agora são dois para olhar. E meu filho já pegou o gosto pela culinária e faz comigo bolos e gelatinas.

Então o cuidado é redobrado.

Mas a cozinha rapidinha está de volta. Uma receita por dia (nos dias que eu cozinhar) e quando eu não cozinhar, mostro a foto do que dei para minha família comer.

Hoje: costela de porco assada e brócolis

Cozinha maravilhosa da Ofélia

Avó é quem sabe cozinhar. Ou ao menos é essa a sensação que temos.  Elas é que guardam as receitas da família, que sabem fazer “aquele pão”, “aquele bolo”, “aquele doce” ou “aquele assado”.

Fico me imaginando como avó, cozinheira de mão cheia, detentora dos segredos dos temperos, com total domínio daquele bendito não sei o quê para deixar toda comida com gosto de comida da avó. O mesmo segredo misterioso que ronda os pasteleiros de feira e os cachorros-quentistas do parque.

Claro que avó nenhuma teria um blog de receitas de 1 hora. Imagine! Se minha avó – a mineira de forno e fogão Rita – visse uma coisa dessas teria a mesma reação que a Julia (Meryl Streep) teve ao conhecer o projeto da Julie (Amy Adams): total desprezo.

Comida de avó é coisa séria. Leva horas para ser feita, com a simpática velhinha mexendo a panela sem parar. Nada de panela de pressão. Comida de vó fica cozinhando lentamente durante 2, 3 horas. E ela, com toda paciência do mundo, pingando água de quando em vez para não queimar o cozido.

Avé que é avó acorda a casa com cheiro de café de coador e barulho do pão sendo amassado na pia de mármore – eita força que têm essas senhoras, não se enganem! Lá  pelas 10, a carne (temperada na véspera, óbvio) já está no forno. Depois vem o feijão e por fim aquele arroz com madioca.

E à tarde mais pão. Desta vez empapado com a geléia de morango ou o doce de goiaba e de abóbora que a vó ficou misturando no tacho, sem nem ligar para o calor (e a gente reclamando da menopausa…)

Mas os tempos não são mais da Ofélia, da Palmirinha ou da Tia Anastácia. Os tempos são de pressa, de comida caseira em restaurante, de cozinha de 1 hora, de panela de pressão e doce de supermercado. Pena. Ou não. Quem sabe ainda dá para preservar a magia e o gostinho do tempero caseiro? Esse é meu objetivo. Que a Dona Rita me ajude!

Como receita, aqui vai o link dos deliciosos “bolinhos da Tia Nastácia“. Eu nunca me esqueço do episódio com o Minotauro.

Tempero é com o ratinho Remy

Quando eu assisti a este filme e ouvi a explicação do Remy sobre mistura de temperos e de sabores pensei: “Aha! Então é assim mesmo que se faz!”

Porque eu sempre me meti na cozinha misturando uma porção de ingredientes nos pratos que cozinho. Às vezes não funciona (como vinho para temperar habúrguer Sadia). Mas na maioria das vezes, você começa a sacar que gosto vai com o quê. E vc acaba criando suas próprias experiências deliciosas.

Tempero comigo é o seguinte: eu usava um tempero chamado “Tempero da Vovó”. Super antigo, mas uma delícia. Infelizmente, não acho mais.

Eu quase me aposentei. Mas daí, descobri o tempero da Companhia das Ervas. Não é como o “da vovó”, mas eu me acostumei bem com ele, e fica muito bom em qualquer comida.

O único detalhe é que não uso sal com ele.

Fora isso, eu gosto de bastante cebola, uso alho, caldo de carne, de costela, de galinha, junto louro, cominho, manjericão, canela, pimentas, mel, açafrão…Ou seja, eu uso todos aqueles saquinhos de tempero que encontramos no mercado.

Cada dia, faço uma mistura. Com o tempo, tô ficando expert em saber o que fica bem com o quê.

Faça você também. Crie uma mistura de temperos e depois me conta.

À la furia

Imaginem só. 21 horas e eu ainda estava com o maridão no carro, tentando chegar em casa depois de três aulas de catequese. O bb em casa com a minha mãe, passando da hora do banho e de dormir. O maridão pergunta se temos algo para comer (…). Resposta rápida para não vacilar: tortilla em homenagem à Fúria (a Espanha havia ganhado a semi-final da Copa).

Bom, depois de dar banho, o maridão deu mamadeira e colocou o bb prá dormir. Estômago nas costas, eu queria fazer tudo em 15 min. Fiz em 20.

Azeite, cebola picada (meia) e sal numa frigideira grande. Refoguei. Coloquei rodelas finas de batata (uma grande e uma pequena). Juntei um tomate bem vermelhinho picado. Refoguei com a panela tampada.

Depois acrescentei duas fatias de presunto.

Um chefe diria “olha o brilho, a mistura de cores”.

O toque final ficou com 4 ovos batidos. E o segredo foi tampar a panela – ela garantiu a maciez, o sabor e o apartamento não ficou cheirando!

Ficou boa, nutritiva e saudável. O maridão repetiu. E eu servi com o brócolis do post de baixo.

E o bb? Dormiu feito um anjo depois da mamadeira


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